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Marca brasileira Dafra e a fabricante austríaca KTM reforçam parceria estratégica no país, com mudanças na área executiva de marketing e comunicação.

A marca brasileira Dafra e o fabricante austríaco KTM anunciam o desenvolvimento de um novo modelo para atuação e gestão de negócios no mercado brasileiro, visando uma melhor sinergia entre as equipes, mais apoio aos concessionários KTM e um relacionamento mais eficaz com a imprensa.

Segundo o comunicado distribuído pela Dafra, a KTM do Brasil passa a exercer função executiva da área de Marketing, sob responsabilidade de Rafael Vieira, Gerente de Marketing, e Luiza Pellicani, Assessora de Imprensa, com planejamento de ações em conjunto pelas duas empresas.

Na área Comercial, a Dafra continua executando as atividades de nomeação de Concessionários KTM, bem como todas as atividades relacionadas à distribuição de motos da marca austríaca no país. As duas empresas permanecem ainda em atuação conjunta no apoio às ações comerciais das concessionárias.
A comunicação da Dafra finaliza ressaltando que a mudança diz respeito apenas à execução das atividades administrativas, não havendo qualquer alteração em relação à operação da marca no país ou com a rede de concessionários, além de reafirmar os compromissos da parceria firmada entre as duas marcas desde 2014.

Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/dafra-e-ktm-anunciam-novo-modelo-de-atuacao-no-brasil-121511.html


Tradicional fabricante japonesa expande a linha de motos de entrada com duas opções que oferecem estilo e economia para o motociclista no ambiente urbano.

A fabricante japonesa Suzuki expandiu sua linha de motos 125cc na Europa, com boas mudanças no segmento de entrada.

A GSX-R125 é uma versão em miniatura das superesportivas da Casa de Hamamatsu. Já a street GSX-S125 prometer ser bastante ágil e fácil de conduzir no ambiente urbano.

Para seduzir o público jovem, a GSX-R125 teve sua carenagem frontal desenvolvida no túnel de vento e adotou iluminação em LED.

Desprovida de proteção aerodinâmica, a GSX-S125 foi idealizada para ser sinônimo de mobilidade urbana e economia.

Ambos os modelos contam ainda com rodas de liga-leve e um completo painel de instrumentos digital.

As motos pesam pouco mais de 130 kg e estão equipadas com motor de cilindro único de 125cc, quatro válvulas, que gera 15 cv de potência máxima.

Com visual esportivo e pegada urbana, a GSX-R125 custa a partir de 4.590 Euros (R$ 17 mil) e a street GSX-S125 tem preço sugerido de 4.090 Euros (R$ 15.180).

Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/suzuki-apresenta-novas-gsxr125-e-gsxs125-na-europa-121518.html


Fabricante japonesa promove renovação no scooter compacto, com novas cores e uma série de melhorias e aprimoramentos.

A fabricante japonesa Yamaha resolveu incrementar a linha 2018 do scooter X-MAX 125 com algumas novas soluções e atualizações, tanto esteticamente, quanto tecnicamente.

O novo X-MAX traz linhas mais modernas, com destaque para a nova carenagem e luzes de LED. Para-brisa e guidão ajustáveis também são novidades, isso sem falar nas novas cores: vermelho, cinza, azul e prata.

Além do novo painel de instrumentos, mais completo, o X-MAX 125 conta com controle de tração, freios ABS e tomada USB para carregar o smartphone, por exemplo.

Sob o assento há espaço para acomodar dois capacetes. O modelo estará disponível na Europa a partir de novembro pelo preço de 4.790 euros (R$ 17.775).

Fonte: http://www.moto.com.br/scooter/conteudo/yamaha-atualiza-as-linhas-do-scooter-xmax-125-para-2018-121521.html


Acompanhe as novidades do Salão Duas Rodas 2017 em sua 14ª edição. Fique por dentro dos lançamentos de motos, bicicletas, peças, equipamentos e acessórios.
Salão Duas Rodas 2017 de 14 a 19 de Novembro
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Salão Duas Rodas tem segundo lote de ingressos esgotados
Vendas de ingressos para o maior evento de motos do país, que acontece entre os dias 14 e 19 de novembro, seguem com o pacote promocional do terceiro lote

19 de Setembro de 2017

Público no no Salão Duas Rodas 2015
Salão Duas Rodas/Divulgação
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Público no no Salão Duas Rodas 2015
Tatuagem no no Salão Duas Rodas 2015
Customização de motos da AZ Motorcycle no Salão Duas Rodas
Teste ride de motos no no Salão Duas Rodas 2015
Belas promotoras no Salão Duas Rodas 2015
Público no Salão Duas Rodas

O Salão Duas Rodas anuncia o fim do segundo lote de ingressos 12 dias antes da data prevista, superando todas as expectativas. Os fãs do universo das motocicletas poderão vivenciar diversas novidades entre os dias 14 e 19 de novembro, no Centro de Eventos São Paulo Expo, na cidade de São Paulo. O Kit Fã, que conta com ingresso e camiseta, é um dos mais procurados. O combo com a camiseta modelo coração também está próximo de acabar.

O Salão Duas Rodas é o maior evento do segmento na América Latina. Para a 14ª edição a organização anuncia uma programação diferenciada que ampliará as experiências para os frequentadores, que terão um espaço mais amplo para conhecer de perto as novidades das montadoras. O evento contará com a exposição de mais de 500 modelos de motos e recebe mais de 400 marcas relacionadas ao tema.

“O Salão Duas Rodas e as montadoras trabalham para trazer um evento único, com muitas novidades e encantamento para os fãs do universo duas rodas. Acreditamos que o público encontrará um salão surpreendente”, afirma Leandro Lara, diretor da feira.

Pela primeira vez, o Salão Duas Rodas oferece opções de ingressos especiais: Kit Fã que conta com o ingresso e uma camiseta personalizada, Easy Rider é a entrada única no evento, mas com direito a escolha do dia, Passaporte é o ingresso para visitar todos os dias do Salão, mas com uma entrada diferenciada. Outra categoria é o Box Super Fã, uma caixa personalizada com: entrada exclusiva, acesso ao Lounge Premium, credencial colecionável, ingresso Easy Rider (válido para visita única, no dia que o fã preferir visitar), Estacionamento, Participação no Test Ride de alta cilindrada - Duas Rodas Experience e brindes especiais da marca escolhida.

E para os apaixonados que querem conhecer as novidades em primeira mão, antes da abertura oficial do Salão, o ingresso AVANT PREMIÈRE é a porta de entrada. Ele dá acesso às novidades do evento no dia 13/08 (segunda-feira) às 18h junto a convidados especiais. É um momento exclusivo para conhecer previamente as supermáquinas e os maiores lançamentos mundiais de motos, acessórios e equipamentos.

Entre as novidades do Salão Duas Rodas, os visitantes encontrarão maior espaço para test ride de montadoras, além de um foco maior no lifestyle do universo do motociclismo.

O evento terá também um estúdio de tatuagem da Tattoo You, com um museu relacionado à essa arte, além de ações promocionais.

O evento contará ainda com uma Arena Life Style, que trará ícones do motociclismo além de personalidades do universo duas rodas, figuras conhecidas do grande público e que atuam em diversos segmentos como moda, arte, entretenimento, gastronomia, mobilidade urbana entre outros.

A Arena Customização reunirá as principais oficinas em parceria inédita com as montadoras, para lançar as motos do Salão Duas Rodas.

A Arena Racing terá exposição de motos de competição de várias categorias do motociclismo. Haverá também um test ride de alta cilindrada, voltado às marcas e ao público premium e um test ride de mobilidade urbana, específico para scooters e motos de baixa cilindrada.

INGRESSOS
Com ingressos a preços acessíveis, o Salão Duas Rodas 2017 segue com venda aberta no site salaoduasrodas.com.br. A entrada para terça-feira, abertura do evento, custa R$ 38,25 (meia R$ 19,13). Para quinta, sexta-feira e domingo o valor é de R$ 46,75 (R$ 23,38 a meia) e para quarta-feira e sábado o valor é R$ 59,5, (R$ 29,75 a meia). Esses preços são promocionais referentes ao terceiro lote de vendas (segundo lote válido até 26 de outubro ou enquanto durar o estoque).
Motoclubes e Fãs do Salão Duas Rodas nas redes sociais também poderão comprar com desconto.

Além dos ingressos diários, o Salão Duas Rodas criou novas categorias que contemplam os diversos tipos de visitantes do evento:

Kit fã (Ingresso e camiseta) – R$ 110,00
Easy Rider (Liberdade para escolher o dia da visita) – R$ 140,00
Passaporte (Direito a ir quantas vezes quiser ao evento) – R$ 170,00
Box Super Fã (Ingresso, estacionamento, credencial VIP e brindes das marcas participantes) – R$ 300,00
Avant Première (Ingresso para a noite de pré-estreia do Evento – inclui estacionamento) – R$ 500,00
Salão Duas Rodas 2017
13 de novembro – Avant Première: 18h às 23h
De 14 a 19 de novembro (terça-feira a sábado): 14h às 22h.
Dia 19 de novembro (domingo): 11h às 19h, com entrada até às 17h.
São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP).

Fonte: http://www.moto.com.br/salao-duas-rodas/conteudo/salao-duas-rodas-tem-segundo-lote-de-ingressos-esgotados-121597.html


A convite da Triumph, participamos do evento destinado aos jornalistas especializados em duas rodas e realizamos uma viagem para poder ter o primeiro contato com a nova Triumph Street Triple 765 RS. Infelizmente a versão S não estava disponível para Test Ride. A versão topo de linha da naked da Triumph já está nas concessionárias da marca com um preço sugerido de R$ 48.990, enquanto a versão “S”, mais básica, custa R$ 38.990.

Saindo de São Paulo (SP), nosso destino era a cidade de Campos de Jordão (SP), subindo a Serra da Mantiqueira via Monteiro Lobato na ida, totalizando 480 km, com um percurso muito interessante com serras e curvas bem agradáveis para se testar a novidade da marca britânica. A volta foi pelo caminho mais tradicional, via Rodovia Ayrton Senna.

A posição de pilotagem em cima da nova Street Triple não mudou tanto se compararamos com o modelo anterior, com as pedaleiras bem recuadas. Já o guidão, que é largo, não projeta o piloto muito à frente, oferecendo um ângulo de esterço reduzido, algo esperado em uma naked esportiva. A notícia boa está na altura do assento, 82,5 cm, e peso, 166 kg a seco.

Ficha Técnica
Triumph Street Triple RS
Motor Três cilindros em linha, 12 válvulas, DOHC e arrefecimento líquido
Capacidade cúbica 765 cm³
Potência máxima (declarada) 123 cv a 11.700 rpm
Torque máximo (declarado) 7,85 kgf.m a 10.800 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro Dupla viga de alumínio e sub quadro traseiro com duas peças fundidas sob alta pressão
Suspensão dianteira Garfos invertidos de 41 mm de diâmetro Showa BPF, totalmente ajustáveis, com 115 mm de curso
Suspensão traseira Monoamortecedor Öhlins STX40, com ajuste de compressão e retorno e curso de 131 mm
Freio dianteiro Disco duplo de 310 mm de diâmetro com pinça monobloco Brembo M50 (ABS)
Freio traseiro Disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça deslizante Brembo (ABS)
Pneus 120/70-17 (diant.)/ 180/55-17 (tras.) Pirelli Diablo Supercorsa SP
Comprimento 2.065 mm
Largura do guidão 735 mm
Altura (sem espelhos) 1.085 mm
Distância entre-eixos 1.410 mm
Distância do solo Não disponível
Altura do assento 825 mm
Peso a seco 166 kg
Tanque de combustível 17,4 litros
Cores Cinza fosco e Preta
Preço sugerido R$ 48.990,00

Fonte: http://www.moto.com.br/testes/conteudo/triumph-street-triple-765-rs-e-explosiva-empolgante-e-agil-121598.html


A primeira impressão que fica ao montar na Royal Enfield Classic 500, dar a partida e engatar a primeira marcha é de que é uma motocicleta divertida e prazerosa.
A primeira impressão que fica ao montar na Royal Enfield Classic 500, dar a partida e engatar a primeira marcha é de que é uma motocicleta divertida e prazerosa de pilotar. O estilo clássico com certeza é o principal destaque, atraindo olhares por onde passa. Seu motor, um monocilíndrico de 499 cilindradas, refrigerado a ar, entrega um torque máximo de 4,2 quilos a 4.000 rpm e 27,2 cavalos de potência a 5.250 giros.

Em viagem com essa motocicleta clássica, a velocidade máxima fica na casa dos 135 km/h, porém, nesta velocidade a vibração excessiva incomoda os pés e as mãos, a motocicleta fica mais instável e sofre um pouco com a ação do vento. Ou seja, para rodar com conforto, é preciso ser paciente e ficar nos 100 km/h mesmo. O som grave do motor Royal Enfield monocilíndrico se deve ainda aos robustos dutos de óleo que ajudam a resfriar o motor e evitam que o piloto sinta o calor do motor nas pernas.
As suspensões, configuradas para as esburacadas estradas indianas, funcionam bem aqui no Brasil e surpreendem. Confortáveis, vão bem no asfalto ruim, atuando com amortecimento bastante progressivo. O disco dianteiro de 280mm com pinça de 2 pistões não tem uma “mordida” instantânea, mas para com eficácia os 195 kg em ordem de marcha da Classic. Na traseira, porém, o freio é a tambor.

No teste de consumo realizado na cidade, a Classic 500 não se sai muito bem, devido aos altos giros do motor nas trocas de marcha ficando na casa dos 16 km/l. Já na estrada, a média é muito boa por conta das marchas altas e giros baixos, chegando a percorrer até 35 quilômetros com um litro de gasolina.
É uma boa opção para o uso diário, já que é póssível passar com tranquilidade entre os carros no trânsito intenso, sendo uma moto prazerosa e divertida também para viagens curtas ou que não exijam pressa para chegar ao destino.

Ficha Técnica: Royal Enfield Classic 500

Motor Monocilíndrico, 4 tempos, refrigerado a ar
Capacidade 499 cm³
Diâmetro x curso 84mm x 90mm
Taxa de compressão 8.5:1
Sistema de alimentação Injeção eletrônica de combustível
Potência máxima 27.5 cv a 5250 rpm
Torque máximo 4,2 kgf.m a 4000 rpm
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Câmbio 5 marchas
Lubrificação Carter úmido
Quadro Quadro com estrutura única, com o motor fazendo parte da estrutura
Suspensão dianteira Garfo Telescópico de 35 mm de diâmetro e 130 mm de curso
Suspensão traseira Dois amortecedores a gás, com 5 ajustes na pré-carga da mola e 80 mm de curso
Pneus 90/90-19 (dianteira) / 110/80-18 (traseira)
Freio dianteiro Disco único de 280mm com pinça de 2 pistões
Freio traseiro Tambor único de 153 mm
DIMENSÕES
Comprim. x Larg. x Alt. 2140 mm x 800 mm x 1080 mm
Distância entre-eixos 1360 mm
Distância do solo 140 mm
Altura do assento não divulgado
Peso em ordem de marcha 195 Kg
Capacidade do tanque 13,5 litros
Preço A partir de R$ 19.900

Fonte: http://www.moto.com.br/testes/conteudo/royal-enfield-classic-500-proporciona-pilotagem-retro-prazerosa-118076.html


Linha de pastilhas de freio da mais aclamada marca do mundo já está disponível para os motociclistas brasileiros.

Já está disponível para os motociclistas brasileiros toda a linha de pastilhas de freio da mais aclamada marca de freios do mundo. Esse produto de altíssima qualidade e tradição está disponível no mercado através da importação e distribuição da FW Performance, que já tem uma lista de revendedores oficiais para varejo.

Brembo é a líder mundial em sistemas de frenagem que equipou 27 dos últimos 31 vencedores da MotoGP. Com mais de 50 anos de experiência, a empresa foi fundada em 1961, na Itália, por Emilio Bombassei e, aos 14 anos de idade, a mesma já se aventurava na formula 1 produzindo sistemas de freio para equipe Ferrari. Hoje, é equipamento original de fábrica de marcas como Porsche, Ferrari, Ducati, Triumph, KTM etc.

As pastilhas de freio Brembo representam o melhor em termos de desempenho, conforto e durabilidade com uma grande variedade de compostos: desde materiais originais, resinas orgânicas e pastilhas sintetizadas até carbono-cerâmica.
Por ter mais de 6.000 aplicações oficiais em diversos materiais, as pastilhas de freio Brembo atendem às necessidades específicas de cada tipo imaginável de moto, desde máquinas de corrida e Off Road até às motos do dia-a-dia para satisfazer as expectativas de cada piloto.

Para adquirir produtos no varejo, basta encontrar um revendedor na lista oficial:
fwperformance.com.br/revendedores-brembo/

Já para se tornar um revendedor, é preciso preencher o cadastro pelo site:
fwperformance.com.br/cadastro-de-revendedor

Fonte: http://www.moto.com.br/motodicas/conteudo/brembo-as-renomadas-pastilhas-de-freio-chegam-ao-brasil-118369.html


Fabricante japonesa acaba de disponibilizar no mercado nacional dois novos lançamentos que passam a integrar a linha Sport 2018.

A Kawasaki do Brasil anunciou nesta terça-feira (13/06), o lançamento de dois novos modelos para o mercado nacional, que passam a integrar a linha Sport 2018 da marca japonesa por aqui. A consagrada Ninja 650 ABS retorna às concessionárias com diversas atualizações. De acordo com a fabricante de Akashi, o novo modelo ficou mais leve, econômico, e, principalmente, priorizou o desempenho nas médias e baixas rotações. A outra novidade fica por conta da reformulação da Ninja 1000. O modelo de alta cilindrada chega à terceira geração com um visual ainda mais esportivo e com a eletrônica totalmente renovada.

As novas máquinas chegam aos concessionários da marca japonesa no país com preços sugeridos de R$ 33.990 para Ninja 650 ABS, na cor preta (Metallic Spark Black), e de R$ 34.990 para a Ninja 650 ABS SE, na cor verde (Lime Green KRT Edition), e de R$ 56.990 para a Ninja 1000 ABS, na cor preta (Metallic Spark Black), e de R$ 59.990 para a Ninja 1000 Tourer ABS, na cor verde (Candy Lime Green).

Os desenvolvedores japoneses optaram por deixar a nova Ninja 650 ABS 2018 com aspecto mais agressivo e inspirada nas versões SuperSport da marca. Então o lançamento recebeu nova carenagem frontal, uma rabeta ainda mais compacta e lançada para cima e uma modificação no formato do farol. Já a lanterna traseira ganhou lâmpadas de LED que formam a letra X e dão um aspecto bastante esportivo à motocicleta.

Seu painel de instrumentos é moderno e conta com display em LCD, velocímetro e indicador de marchas digitais. Além das funções tradicionais, como hodômetros total e parcial, média do consumo de combustível, temperatura do líquido de arrefecimento e relógio, a nova Ninja 650 ABS traz também uma luz que sugere o momento mais indicado para a realização da troca das marchas baseado na rotação do motor.

Seguindo a Kawasaki Z 650, apresentada no mês passado no Brasil, o modelo bicilíndrico de 649cc ganhou ainda mais performance nas médias e baixas rotações. O intuito da marca japonesa foi priorizar a pilotagem diária. Assim, a Ninja 650 ABS 2018 entrega uma potência suave abaixo das 3.000 rotações (rpm), fato que permite ao piloto ter maior confiança para explorar o acelerador nas rotações mais altas.

Outro destaque da nova Ninja 650 ABS é a relação entre peso e economia. O modelo enxugou 15 quilos em relação à versão anterior e com isso baixou, em média, 6,8% seu consumo de combustível. Diversos fatores contribuíram para isso. Entre eles estão a utilização de novas tecnologias, como cilindros do tipo open-deck e mudanças no design da balança traseira e do quadro, que ficaram mais leves.

A Ninja 650 ABS 2018 traz ainda nova alavanca de câmbio do tipo Link, a tecnologia de embreagem Assistida & Deslizante – desenvolvida especialmente para as pistas pela equipe Kawasaki Racing Team – e os freios no formato margarida com diâmetro de 300 mm na frente e 220 mm na traseira.



Já o segundo lançamento da Kawasaki é a Ninja 1000 ABS 2018. A motocicleta de 1.043 cm³ de cilindrada chega ao mercado brasileiro com um visual renovado e com a parte eletrônica totalmente modernizada. A superesportiva de quatro cilindros e potência máxima de 142 cavalos recebeu a última versão do software de modelagem avançada da Kawasaki para o desenvolvimento de um quadro com curvas suaves e um mínimo de soldas, garantindo um nível de tensões extremamente baixo. O KCMF (Kawasaki Cornering Management Function) gerencia os diversos parâmetros de motor e chassi e ajusta a intensidade de frenagem, através do KIBS e a potência ideal (Controle de tração KTRC), para uma transição suave entre aceleração e retomada ao percorrer curvas.

Sobre os freios, a Ninja 1000 ABS 2018 está equipada com um sistema de gerenciamento de alta precisão, o KIBS - Kawasaki Intelligent anti-lock Brake System. Por meio de sensores de velocidade nas duas rodas, o sistema monitora a pressão hidráulica da pinça dianteira e coleta diversas informações da ECU (Unidade de Controle Eletrônico) do motor. Com isso, o KIBS evita uma possível perda de performance nos momentos de frenagem.

A superesportiva ganhou um design mais agressivo, com novas linhas e uma carenagem frontal semelhante às utilizadas nas motociclistas de competição. Assim como nos lançamentos mais recentes da Kawasaki, a Ninja 1000 ABS 2018 traz ainda iluminação em LED em seu farol duplo, o que aumenta a intensidade e o alcance da luz.

Visando mais conforto, o para-brisa com bolha dupla da Ninja 1000 ABS foi modificado e agora está 15mm mais alto no centro, o que ajuda evitar turbulências e reduz o impacto do vento. O equipamento ainda traz três regulagens de altura. Por fim, o painel de instrumentos recebeu um novo layout. Entre as novidades estão uma tela de LCD com velocímetro digital, indicador de posição de marchas e de temperatura externa.

Além da versão Standard na cor preta, a Ninja 1000 estará disponível na versão Tourer na tradicional cor verde, com um completo pacote de acessórios de série como slider, protetor de motor, tank pad e knee pad. Outros diferenciais da versão Tourer são a bolha fumê, que confere à motocicleta um visual ainda mais atraente, e uma tomada de 12V para maior comodidade.

FICHAS TÉCNICAS

Kawasaki Ninja 650 ABS
Motor Refrigeração líquida, 4 tempos, bicilíndrico
Cilindrada 649 cm³
Potência 50,2 kW (68 cv) a 8.000 rpm
Torque 5,7 Nm (6,7 kgfm) a 6.500 rpm
Diâmetro x curso 83,0 x 60,0 mm
Taxa de compressão 10,8 : 1
Sistema de válvulas DOHC, 8 válvulas
Sistema de combustível Injeção de combustível: 36 mm x 2 válvulas de aceleração
Ignição Digital
Partida Elétrica
Lubrificação Forçada, cárter semi-seco
Transmissão 6 marchas
Transmissão final Corrente
Embreagem Manual, discos múltiplos em banho de óleo
Chassis Treliça, aço de alta tensão
Rodas/Pneus dianteiro 120/70ZR17M/C (58W)
Rodas/Pneus traseiro 160/60ZR17M/C (69W)
Suspensão dianteira Garfo telescópico de 41 mm
Suspensão traseira Amortecedor horizontal do tipo Back-link com ajuste de pré-carga
Freio dianteiro Discos duplos semi flutuantes em formato de margarida com 300 mm pistões duplos
Freio traseiro Disco em formato de margarida com 220 mm pistão simples
Comprimento total 2.055 mm
Largura total 740 mm
Altura total 1.135 mm
Entre eixos 1.410 mm
Distância ao solo 130 mm
Altura do assento 790 mm
Peso em ordem de marcha 193 kg
Tanque de combustível 15 litros

Kawasaki Ninja 1000 ABS
Motor Refrigeração líquida, 4 tempos, 4 cilindros
Potência 104,5 kW (142 cv) a 10.000 rpm
Torque 111,0 Nm (11,3 kgfm) a 7.300 rpm
Cilindrada 1.043 cm³
Diâmetro x curso 77,0 x 56,0 mm
Taxa de compressão 11,8 : 1
Sistema de válvulas DOHC, 16 válvulas
Sistema de combustível Injeção de combustível: 38 mm x 4 com aceleradores secundários ovais
Ignição Digital
Partida Elétrica
Lubrificação Forçada, cárter úmido
Transmissão 6 marchas, retorno
Transmissão final Corrente
Embreagem Manual, discos múltiplos em banho de óleo
Rodas/Pneus dianteiro 120/70ZR17M/C (58W)
Rodas/Pneus traseiro 190/50ZR17M/C (73W)
Suspensão dianteira Garfo invertido de 41 mm com amortecimento de compressão e retorno e ajuste da pré-carga da mola
Suspensão traseira Horizontal do tipo Back-link, amortecedor com gás com amortecimento de retorno e ajuste da pré-carga da mola
Freio dianteiro Discos duplos semi flutuantes em formato de margarida com 300 mm Monobloco, fixação radial, 4 pistões opostos
Freio traseiro Disco em formato de margarida com 250 mm pistão simples
Comprimento total 2.100 mm
Largura total 790 mm
Altura total 1.185 mm
Entre eixos 1.440 mm
Distância ao solo 130 mm
Altura do assento 815 mm
Peso em ordem de marcha 235 kg
Tanque de combustível 19 litros

Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/kawasaki-lanca-versoes-2018-dos-modelos-ninja-650-abs-e-ninja-1000-118396.html


Com a implantação recente da Portaria 60/2017 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), mas que entra em vigor somente em 1º de agosto, muitos profissionais e motociclistas acreditam que a portaria decretará o fim da personalização no Brasil. A polêmica também chegou à comunidade Cafe Racer Brasil reúne mais de 40.000 entusiastas por motos modificadas no Facebook, que registrou várias postagens nos últimos dias com dúvidas sobre as novas regras que foram apresentadas.

Mas para Renato Campestrini, gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), “a nova portaria do Contran irá apenas regulamentar as modificações na motocicleta, já previstas em resolução anterior”. Campestrini se refere à Resolução 292/2008 do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) que trata das alterações permitidas em veículos de duas e quatro rodas. O objetivo da nova portaria é estabelecer as regras de como e quais modificações podem ou não ser feitas.

Segundo a legislação vigente, qualquer modificação que altere as características originais do veículo exige que a moto passe por perícia junto aos órgãos de trânsito para a obtenção de uma nova documentação.

Processo confuso
De acordo com o Detran-SP, é permitido personalizar veículos desde que se atenda aos requisitos da resolução 292 do Denatran e da tal portaria 60/2017. "Antes de iniciar o processo de modificação de sua moto é fundamental pedir autorização prévia em um posto do Detran”, aconselha Gustavo Fonseca, do Doutor Multas, site especializado em Recursos de Multas de Trânsito. A partir daí os Detrans (estaduais) podem autorizar ou não as modificações.

Mudanças nas suspensões, na sinalização/iluminação, no sistema de freios ou alterações de combustível (de gasolina para álcool, por exemplo), entre outras, precisam passar por uma inspeção em uma das Instituições Técnicas Licenciadas (ITLs) acreditadas pelo Inmetro.

Caso seja aprovada na inspeção, será emitido um Certificado de Segurança Veicular (CSV), que trará a descrição das modificações feitas na moto. “Toda mudança deverá ser aprovada na vistoria. Dentro da lei não haverá punições para o condutor", observa Fonseca.

Para mudanças como pintura, envelopamento ou adesivamento com uma cor diferente da original de fábrica, em área igual ou superior a 50% do veículo, agora não é mais necessário emissão do CSV. Já para transformações estruturais (como no quadro, por exemplo) é necessário obter também o Certificado de Adequação a Legislação de Trânsito (CAT), emitido pelo Denatran.

Após toda essa burocracia é que serão expedidos novos documentos: Certificado de Registro de Veículo (CRV) e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).

Mudanças de leve
Para Bruno Salviano, customizador da Pavani Motorcycles, o mais importante em uma personalização é manter a originalidade do conjunto: ciclística, motor e itens de segurança. “O uso do tanque de combustível original é uma espécie de assinatura que comprova a autenticidade do conjunto”, explica o customizador de São Paulo, dizendo que nunca viu uma moto ser apreendida por modificações visuais, mas por usar escapamento esportivo sim.

Fernando Costa, da Spades Kustom Cycles, especialista em projetos mais radicais e elaborados, afirma que muitos motociclistas têm tido dúvidas sobre esse assunto. “Na Spades não alteramos nada que possa afetar a segurança do motociclista. O serviço de customização foca na ergonomia e também na segurança”, explica Costa, dizendo que a Spades também auxilia seus clientes em relação ao item de mudança de cor e outros tópicos que são permitidos pela legislação vigente.

“Nos Estados Unidos, por exemplo, você pode comprar um motor novo ou usado, adquirir um quadro, tudo com nota fiscal, e montar uma moto. Depois é levá-la ao departamento de veículos para uma vistoria e aprovação da sua motocicleta. Tudo muito mais simples. Claro que a pessoa assina um termo de responsabilidade criminal pela moto”, compara Fernando Costa, da Spades Kustom, customizadora de São Paulo.

Além da grande quantidade de dúvidas, há uma questão que deve ser levada em consideração: a modificação estará sujeira a interpretação da autoridade de trânsito, que pode não ter conhecimento técnico para diferenciar uma simples personalização de uma customização. Para isso, Salviano dá uma dica: “Tenha sempre em mãos os documentos atualizados da moto, inclusive o laudo de Vistoria de Identificação Veicular Móvel, expedido pelo Detran”. Essa vistoria é a mesma feita por empresas credenciadas quando é preciso transferir um veículo de um proprietário para outro, por exemplo.

Polêmicas à parte, conduzir veículo com alterações sem constar no documento rende multa de R$ 195,23, mais cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Para entender um pouco mais sobre as modificações aprovadas pela legislação, entre em contato com o Detran de seu Estado. Assim, ter uma motocicleta dentro da lei e que personifique seu estilo de vida, com certeza, oferecerá mais bons momentos sobre duas rodas do que dor de cabeça.

Fonte: http://www.moto.com.br/custom/conteudo/regra-do-contran-sobre-modificacoes-em-motos-gera-polemica-118474.html


Alguns cuidados e atitudes simples na sua motocicleta podem ajudar a evitam problemas mecânicos na sua aventura.

Antes de pegar a estrada para fazer sua viagem de moto, é extremamente importante elaborar um bom roteiro com o itenerário detalhado, contendo a distância aproximada do trajeto, ida e volta, pois essa é uma informação essencial para avaliar se alguns componentes da motocicleta deverão ser substituídos antes de encarar a estrada. Mesmo que algumas peças estejam meia-vida, ou dentro dos limites aceitáveis de desgaste, sempre é recomendável substituí-las para prevenir problemas durante sua tão sonhada aventura. Como muitas delas não são muito caras, não vale a pena arriscar. Veja alguns exemplos.

- Icem as velas!
A vela é um componente vital para o bom funcionamento do motor. Ela fornece a centelha (faísca) responsável pela explosão do combustível dentro da câmara de combustão, movimentando o pistão e girando o virabrequim. Caso a vela esteja suja de óleo ou carbonizada (preta) a explosão não será perfeita. Convém levar a moto para o mecânico de confiança para a verificação e solução do problema. Além disso, o eletrodo desregulado pode comprometer o desempenho e aumentar o consumo de combustível da sua moto. Vale a pena substituir a vela e também o supressor de ruído – conhecido como “cachimbo” – que são componentes de baixo custo, antes de embarcar em uma longa aventura.

- Fique ligado
A maioria das motos atuais usa sistema de injeção eletrônica de combustível. Por isso, é vital que a parte elétrica esteja em ordem. Fios desencapados ou ligações malfeitas (gambiarras) podem gerar curto-circuito e até causar incêndio na motocicleta. Caso a moto apresente funcionamento irregular – como lâmpadas que apagam e acendem sozinhas – vale fazer um check-up. Os fusíveis e lâmpadas (farol, lanternas e setas) são itens baratos e que ocupam pouco espaço, por isso devem ser levados na bagagem.

- Ó, raios!
Um raio solto ou quebrado pode causar sérios problemas, por isso vale a pena conferir as condições destes componentes. Para saber se algum está solto, basta usar uma chave de fenda e bater de leve nos raios. O som deve ser agudo e similar entre eles, caso algum apresente um som muito diferente é sinal que pode estar solto ou mesmo prestes a se partir. Nesse caso, vale substituí-lo e solicitar ao mecânico que alinhe a roda.

- Cabo enrolado
Responsáveis pelo acionamento do acelerador e embreagem, os cabos são muito importantes nas motos. Se um deles se romper é quase certo que o piloto ficará pelo caminho. Para não passar por esse problema vale fazer uma verificação em todos os cabos. Caso haja algum fio de aço do cabo esteja solto ou o manete de embreagem esteja muito duro pode ser um sinal de futuros problemas. O ideal é trocá-los e, caso rode na chuva ou em estrada de terra, lubrificá-los periodicamente.

- De sapato novo
Sair em viagem com os pneus desgastados, próximos ao limite de uso, é o maior erro de um aventureiro. Vale trocar os pneus antes e viajar mais tranquilo. E se aonde você for não houver a medida para sua moto ou a marca de sua preferência? Além de arriscar sua própria segurança, a possibilidade de haver furos durante o trajeto é sempre maior – principalmente para quem percorrerá estradas de terra e com muitas pedras. Não se esqueça de conferir a pressão dos pneus e calibrá-los a cada dois ou três dias – logo cedo, antes de ir para a estrada. Esse hábito garante menor desgaste do pneu e menor consumo de combustível.

- Não discuta a relação
O kit de relação em bom estado é fundamental para a segurança do piloto e da garupa. Por isso, não deve haver economia na hora de substituir. Se o conjunto de relação – coroa, corrente e pinhão – tiver pouca regulagem e os dentes da coroa e do pinhão estiverem tortos e pontiagudos, troque toda a relação. Lembre-se que o desgaste do conjunto aumentará quando você rodar na chuva ou em estradas de terra, por isso o ideal é sair para uma viagem com o conjunto novo. Lembre-se ainda de verificar a regulagem e a lubrificação diariamente.

Fonte: http://www.moto.com.br/motodicas/conteudo/confira-dicas-de-manutencao-para-antes-e-depois-da-viagem-118342.html


A grande novidade da Triumph para esta Bonneville é o motor de dois cilindros com 1.200 cc com refrigeração líquida. Esse novo bloco, chamado de “High Torque” pela fabricante britânica, entrega potência máxima de 80,2 cavalos a 6.550 rpm, e 10,71 kgf.m de torque máximo a 3.100 giros, o grande destaque desta clássica moderna.

Com o estilo atemporal da icônica Bonneville lançada em 1959, a T120 é a versão mais clássica entre os novos modelos e tem rodas raiadas, farol e saída dupla de escapamento cromadas, com o visual típico da primeira Bonneville. A motocicleta vem equipada ainda com acelerador eletrônico, ABS, controle de tração e três modos de pilotagem, todos como itens de série. Sua aceleração se destaca pelo grande vigor, com retomadas bem interessantes inclusive em marchas altas.

Conforto é uma boa palavra para definir a Triumph Bonneville T120, seja na cidade, onde consegue enfrentar sem dificuldades o trânsito carregado de grandes centros urbanos, como na estrada. Seu assento, largo, é muito confortável para viagens, sejam elas curtas ou longas. Para aumentar ainda mais a comodidade, a marca britânica acrescentou aquecedor de manoplas com dois níveis, ótimo para o clima frio e chuvoso. Na estrada, com velocidade variando entre 100 e 120 kmh, a Triumph Bonneville T120 mostrou um consumo médio de 22 km/l no moderno mostrador LED multifuncional.

Estilo clássico da motocicleta esconde modernidade e tecnologia embarcada, como acelerador eletrônico, ABS, controle de tração e três modos de pilotagem.

Na parte ciclística, a Bonnie T120 possui quadro berço tubular em aço com garfo telescópico convencional com 120 mm de curso na dianteira e sistema de duplo amortecimento na traseira, com os mesmos 120 mm de curso, porém com ajuste na pré-carga da mola. O conjunto de freios oferece disco duplo de 310 mm com pinça de dois pistões, na roda dianteira aro 18; e um disco de 255 mm e pinça dupla, na roda traseira aro 17. O peso (a seco) é de 224 kg e o tanque tem capacidade para 14,5 litros de combustível.

Fonte: http://www.moto.com.br/testes/conteudo/triumph-bonneville-t120-tem-conforto-e-potencia-de-sobra-118185.html


Descubra como andam"Bullet e Classic", os modelos mais clássicos da marca indiana que se mantêm fiéis às origens com visual retrô e mecânica simples.

Do bloco de formas arredondadas do motor da Royal Enfield Classic projeta-se um longo e cromado pedal de partida. O item, raridade nos dias de hoje, induz ao erro: as atuais motos da marca indiana têm partida elétrica. Mas, caso seja necessário, será preciso um “motociclista raiz” e com disposição para acordar o monocilíndrico de 499 cm³ na “pedalada”, como antigamente.

A expressão que, em oposição ao motociclista “nutella”, virou meme das redes sociais explica bem a proposta da Royal Enfield. Recém-lançada no Brasil, a marca indiana chega com três modelos construídos com o objetivo de ser o mais fiel possível aos originais. Com todo charme, e também peculiaridade, que essa filosofia traz consigo. Afinal, as Royal Enfield não são clássicas apenas no visual, como mostrou esse primeiro contato com os modelos Bullet, Classic e Continental GT em um trajeto de 150 km pelas estradas do interior paulista.

Um “cilindrão”
O motor, que serve de base para os três modelos vendidos aqui, segue a receita das antigas Royal Enfield: um monocilíndrico de grande capacidade. Redesenhado recentemente, tem injeção eletrônica, câmbio de cinco marchas e embreagem multidisco em banho de óleo.
Entretanto, a marca manteve características chaves do propulsor original dos anos de 1950: o longo curso do pistão (90 mm) e uma pesada engrenagem volante que proporciona muito torque em baixos giros. E com a “clássica” refrigeração mista a ar e óleo.
Como resultado, o motor cresce lentamente de giros e vibra bastante em altas rotações. O desempenho é “retrô”: 27,5 cavalos de potência máxima a 5.250 rpm no motor de 499 cm³ da Classic e da Bullet; e 29,4 cv no propulsor de diâmetro maior e 535 cm³ de capacidade que equipa a Continental GT. Números bem inferiores a outras nakeds médias atuais.

Classic: estilo militar
O primeiro trecho do test-ride entre Itupeva e Serra Negra, em São Paulo, percorri com a Classic Desert Storm. A pintura bege fosca reforça o visual militar e acrescenta R$ 1.100 ao preço base do modelo, que é de R$ 19.900 sem ABS. Ao ligar, o motor emite um ruído alto, como um “clunk”, por culpa do grande volume deslocado dentro do cilindro. O piloto vai literalmente sentado, com o tronco ereto e pernas e braços projetados à frente, em uma posição bem típica das motos clássicas. Embora a unidade avaliada tivesse banco único, a Classic é vendida com o banco da garupa.

A embreagem de acionamento macio facilita engatar a primeira. O motor nem gira muito e logo já é preciso subir de marcha. E assim, acontece com a terceira, quarta, quinta... O som compassado e grave do monocilíndrico também é fruto de robustos dutos de óleo que ajudam a arrefecer o motor e evitam que o piloto sinta o calor do motor nas pernas.

O grande barato de rodar com a Classic – ou com as outras Royal Enfield – é engatar quarta ou quinta e “brincar” com o torque do motor. Mesmo em trechos de subida não era preciso reduzir para sentir o amigável “torque”, que já aparece a partir dos 3.000 giros e atinge o máximo de 4,2 kgf.m a 4.000 rpm.

No plano, em quinta marcha, nessa faixa de rotação, o velocímetro analógico redondo, posicionado sobre o farol, marcava 80 km/h. Ao girar um pouco mais o acelerador foi possível chegar a 110 km/h. A velocidade máxima deve ser de cerca de 130 km/h, mas a vibração excessiva incomoda os pés e as mãos.

Como resultado dessa tocada mais tranquila, ou seja, com marchas altas e giros baixos, a Royal Enfield promete baixo consumo: cerca de 35 km com um litro de gasolina. Se perde em desempenho para as motos de 500cc modernas, a Classic ganha em economia.

As robustas suspensões ajustadas para as esburacadas estradas indianas surpreendem. Confortáveis, vão bem no asfalto ruim das estradas vicinais com amortecimento bem progressivo. O acerto macio do garfo dianteiro e do bichoque traseiro, porém, não atrapalha deitar nas curvas do sinuoso caminho para Serra Negra. O limite do lado direito é somente o grande pedal do freio traseiro, a tambor, que raspa em inclinações maiores.

Por falar em freio, o disco dianteiro não tem uma “mordida” instantânea, mas para com eficácia os 195 kg em ordem de marcha da Classic – há também uma versão com ABS. Como o desempenho não é assim, esportivo, os freios e as suspensões dão conta do recado.

Bullet 500 – urbana com estilo
No segundo trecho do teste era hora de experimentar a Bullet. O modelo fabricado desde 1932 é um dos mais antigos do mundo ainda em produção. Apesar do visual diferente, quadro e motor são os mesmos da Classic. Seu banco, porém, é inteiriço, as tampas laterais são quadradas e o para-lama traseira é mais envolvente.

O desempenho do conjunto motriz é idêntico ao da Classic, mas têm-se a sensação de que o trem dianteiro é mais leve e ágil nas mudanças de direção – muito em função da posição onde o piloto vai sentado. Uma boa para a proposta “urbana” da Bullet. Modelo mais acessível da Royal Enfield, a Bullet é menos “estilosa” que a Classic, mas é tão “raiz” quanto. Vendida apenas em uma versão sem ABS e com três opções de cores – cinza, preta e verde – por R$ 18.900

Charmosa e peculiar
A filosofia do “motociclismo raiz” da Royal Enfield encontra espaço na atual onda retrô que virou moda no mercado de motos. A proposta da marca indiana é bem clara: oferecer uma moto de visual clássico e mecânica simples por um preço acessível. Desde que não se tenha pressa, uma vez que seu motor não gosta, e não rende bem, em altos giros, a proposta tem lá seus encantos. Mas é preciso compreender também suas peculiaridades.
Qualquer um dos modelos, porém mais a Classic e a Bullet, são o mais perto que se pode chegar de uma moto dos anos 50, porém com componentes modernos. Uma moto zero quilômetro, mas ainda com o som, a sensação e o charme de uma antiga. Se o acabamento ainda não está nos patamares das motos japonesas, por outro lado, é bem superior às chinesas.

Cheia de personalidade, mas sem complicações tecnológicas ou velocidades de três dígitos, as motos indianas são uma boa opção para quem procura uma moto clássica para passear com calma no fim de semana, mas que até pode ser interessante para rodar na cidade.

FICHA TÉCNICA
Royal Enfield Classic 500
Motor Monocilíndrico, 4 tempos, refrigerado a ar
Capacidade 499 cm³
Diâmetro x curso 84mm x 90mm
Taxa de compressão 8.5:1
Sistema de alimentação Injeção eletrônica de combustível
Potência máxima 27.5 cv a 5250 rpm
Torque máximo 4,2 kgf.m a 4000 rpm
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Câmbio 5 marchas
Lubrificação Carter úmido
Quadro Quadro com estrutura única, com o motor fazendo parte da estrutura
Suspensão dianteira Garfo Telescópico de 35 mm de diâmetro e 130 mm de curso
Suspensão traseira Dois amortecedores a gás, com 5 ajustes na pré-carga da mola e 80 mm de curso
Pneus 90/90-19 (dianteira) / 110/80-18 (traseira)
Freio dianteiro Disco único de 280mm com pinça de 2 pistões
Freio traseiro Tambor único de 153 mm
DIMENSÕES
Comprim. x Larg. x Alt. 2140 mm x 800 mm x 1080 mm
Distância entre-eixos 1360 mm
Distância do solo 140 mm
Altura do assento não divulgado
Peso em ordem de marcha 195 Kg
Capacidade do tanque 13,5 litros
Preço A partir de R$ 19.900 (R$ 20.900 com ABS)

Royal Enfield Bullet 500
Motor Monocilíndrico, 4 tempos, refrigerado a ar
Capacidade 499 cm³
Diâmetro x curso 84mm x 90mm
Taxa de compressão 8.5:1
Sistema de alimentação Injeção eletrônica de combustível
Potência máxima 27.5 cv a 5250 rpm
Torque máximo 4,2 kgf.m a 4000 rpm
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Câmbio 5 marchas
Lubrificação Carter úmido
Quadro Quadro com estrutura única, com o motor fazendo parte da estrutura
Suspensão dianteira Garfo Telescópico de 35 mm de diâmetro e 130 mm de curso
Suspensão traseira Dois amortecedores a gás, com 5 ajustes na pré-carga da mola e 80 mm de curso
Pneus 90/90-19 (dianteira) / 110/80-18 (traseira)
Freio dianteiro Disco único de 280mm com pinça de 2 pistões
Freio traseiro Tambor único de 153 mm
DIMENSÕES
Comprim. x Larg. x Alt. 2140 mm x 800 mm x 1080 mm
Distância entre-eixos 1360 mm
Distância do solo 140 mm
Altura do assento não divulgado
Peso em ordem de marcha 195 Kg
Capacidade do tanque 13,5 litros
Cores Cinza, verde e preta
Preço A partir de R$ 18.900

Fonte: http://www.moto.com.br/testes/conteudo/motos-royal-enfield-chegam-ao-brasil-pregando-motociclismo-raiz-117229.html


Radical, a miniesportiva da Honda traz motor de dois cilindros de 37 cavalos e 3 modos de pilotagem.
No Japão já está a venda a novíssima Honda CBR 250RR ABS. Com design radical, a miniesportiva oferece equipamentos só encontrados em motos sofisticadas como três modos de pilotagem, acelerador eletrônico, freios ABS, painel totalmente digital e iluminação em LED. Segundo a montadora, a moto promete alto desempenho em função de sua arquitetura, tecnologia e baixo peso.

Ela usa motor de dois cilindros paralelos de 249,7 cc de capacidade, injeção eletrônica de combustível e arrefecimento a líquido. O propulsor oferece perto de 37 cv de potência máxima a 12.500 rpm e atinge torque máximo de 2,3 kgf.m a 11.000 giros. Ou seja, a miniesportiva da Honda gosta de trabalhar em altos giros e o piloto terá que usar bastante o câmbio de seis marchas para manter o motor cheio e atingir os 170 km/h de velocidade máxima.

Porta de entrada ao mundo racing da Honda, a CBR 250RR ganhou grande diferencial perante as concorrentes Kawasaki Ninja 300 e a Yamaha R3 entre eles o acelerador eletrônico (ride by wire) e três modos de pilotagem - Sport, Confort e Sport+. O tanque de combustível é de 14,5 litros e apesar do desempenho, o fabricante informa que a moto faz 40 km/l, em uma simulação rodando a 60 km/h.
Ciclística de primeira
No quesito visual, a nova CBR 250RR não fica devendo para as esportivas puras. Na parte frontal, o conjunto óptico foi dividido em quatro feixes de luz, oferecendo aspecto mais esportivo. O duplo escape lateral se destaca pelo desenho ousado e imponente. As pedaleiras em alumínio e a lanterna traseira, também de LED, completam o conjunto digno de uma esportiva racing. Ou seja, ousadia de cabo a rabo!

Toda a parte ciclística está conectada ao chassi fabricado em alumínio. Na dianteira, a 250cc da Honda traz suspensão invertida (upside down) e freio a disco de 310mm de diâmetro, com pinça de fixação radial. Na traseira, balança em alumínio, monoamortecedor e disco simples de 240mm de diâmetro. Ambas as suspensões têm múltiplas regulagens. Já o sistema de freios ganhou ABS de dois canais. Suas rodas são em liga leve com 17 polegadas de diâmetro usam pneus de perfil esportivo de 110 / 70 na dianteira e 140 / 70 na traseira.

Seu comprimento é de 2.060 mm e a distância entre-eixos de 1.389 mm, tais dimensões mostram que a 250RR será ágil nas mudanças de direção. A novidade pesa 168 kg (a seco) e sua distância ao solo é de 145 mm, enquanto a altura do assento é de 790 mm. Ou seja, ergonomia de uma superesportiva pura, já que o piloto terá de ficar numa condição mais Racing, com o tronco projetado à frente e as pernas recuadas.

No Japão, a CBR 250RR está disponível em três opções de cores: cinza, preto e vermelho. A expectativa da marca é comercializar 3.500 unidades no primeiro ano de vendas. Por lá o modelo custa o equivalente a R$ 21.500.

Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/nova-honda-cbr-250rr-e-miniatura-de-moto-de-competicao-117346.html


Versão reduzida do modelo de 1.000 cc, a renovada superesportiva de 600cc da marca japonesa traz novo design, quadro e sistemas eletrônicos.

Considerada uma das superesportivas de média cilindrada mais populares e radicais do planeta por conta de suas vitórias no mundial de Supersport, a Yamaha YZF-R6 chega em seu modelo 2017 totalmente redesenhada. Agora está cada vez mais parecida com sua irmã mais velha, a YZF-R1, de 1.000cc. Tanto em termos de design como em desempenho. Com DNA de competição, melhor aerodinâmica e tecnologia de ponta, a R6 conta com controle de tração, modos de pilotagem, freios ABS e quick shift.

Com uma boa relação peso-potência: 190 quilos em ordem de marcha e 118,4 cv de potência máxima, a R6 usa quadro, braço oscilante e tanque de combustível em alumínio. Além disso, o subquadro é construído em magnésio. Já que o assunto é arquitetura construtiva, a nova versão seguiu à risca os traços da R1. Isso em função as novas linhas da carenagem e parabrisa. O resultado, segundo o fabricante, é um aumento de 8% na eficiência aerodinâmica da R6.

Eletrônica embarcada e ciclística
A R6 está recheada de tecnologia. Tudo para oferecer o mais desempenho, porém com segurança. A superesportiva média traz controle de tração com seis níveis de atuação. O dispositivo também pode ser desabilitado para oferecer uma pilotagem ainda mais radical.

A YZF-R6 também está equipada com um novo sistema de trocas rápidas de marcha, sistema semelhante ao utilizado na YZF-R1. Com o Quick Shift System (QSS) não é necessário o acionamento da embreagem para subir as seis marchas.
Herança da R1
Leve, ágil e rápida a nova R6 está equipada com ciclística digna das motos de competição. Na dianteira suspensão invertida KYB da YZF-R1. Multiajustável, conta com tubos de 43 mm de diâmetro que, segundo o fabricante, oferece mais estabilidade em curvas e também em altas velocidades.

A nova YZF-R6 ainda se beneficiou no quesito segurança, já que utiliza os mesmos freios da YZFR1. Ou seja, grandes discos duplos de 320 mm de diâmetro, mordidos por pinças de quatro pistões com fixação radial. Na roda traseira, disco simples de 220 mm. Para uma frenagem mais eficiente, ambas as rodas receberam sistema de freios ABS.

Design radical
Para 2017, a Yamaha redesenhou totalmente a R6, que assumiu uma aparência muito semelhante à R1. É só passar os olhos e conferir a entrada de ar forçada e os faróis duplos de LED embutidos. A nova YZF-R6 apresenta luzes de presença estreitas, que conferem um ar minimalista. O novo desenho da parte traseira reforça ainda mais o estilo esportivo da moto. Já que a lanterna ficou em uma posição vertical.

Desenvolvido a partir do novo design da YZF-R1, a nova composição do painel de instrumentos traz informações em mostradores analógico (rpm) e com indicador de marcha, com velocímetro digital multifuncional e luzes indicativas, com destaque para o controle de tração e sistema ABS.

Em Portugal, a nova R6 custa 14.095 Euros, o que equivale a R$ 48.500. Infelizmente, segundo a assessoria de imprensa da Yamaha do Brasil, não há intenção de comercializar a superesportiva em nosso País.

Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/nova-yamaha-r6-ficou-mais-radical-inspirada-na-r1-117594.html


A moto será o principal lançamento da marca alemã no Brasil este ano.

A BMW anunciou que iniciará a produção da G 310 R em sua planta localizada em Manaus (AM) na próxima quinta-feira, dia 18 de maio. A pequena naked está equipada com motor monocilíndrico de 313 cm³, que produz 34,4 cv de potência. A moto será o principal lançamento da marca alemã no Brasil este ano, provavalmente o destaque do Salão Duas Rodas.

Além da G 310 R, a fábrica produz outros nove modelos. A BMW comunicou também um investimento adicional de 4 milhões de Euros – que se soma aos 10,5 milhões Euros injetados na construção da fábrica, inaugurada em outubro passado – para a implantação de novas tecnologias, treinamentos e equipamentos para produção de novos modelos.

Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/bmw-g-310-r-comeca-a-ser-produzida-em-manaus-am-117598.html


Casa de Akashi anuncia o lançamento da nova naked média no país com preço sugerido de R$ 32.990 e chegada nos concessionários a partir de junho.
A fabricante japonesa Kawasaki anuncia o lançamento no Brasil da nova Z 650 ABS, como mais nova integrante da linha naked, composta ainda pelas motos Z300, Z800 e Z1000.

A nova Z 650 ABS foi apresentada em evento da Kawasaki do Brasil, em Itatiba (SP), com preço sugerido de R$ 32.990 com três opções de esquemas de cores: Metallic Flat Spark Black / Metallic Spark Black, Pearl Flat Stardust White / Metallic Spark Black e o tradicional Candy Lime Green / Metallic Spark Black. A chegada aos concessionários da marca inicia em junho de 2017.

Como uma potente naked de porte médio, a nova Z 650 ABS vem equipada com motor bicilíndrico de 649 cm³ com potência de 68 cavalos a 8.000 rpm e torque de 6,7 kgfm a 6.500 rpm. O câmbio é de seis marchas com tecnologia de embreagem assistida e deslizante. O peso anunciado é de 187 kg (em ordem de marcha) e o tanque de combustível comporta 15 litros.

Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/kawasaki-z-650-abs-e-novidade-da-marca-japonesa-no-brasil-117655.html


Modelo urbano da marca brasileira projetado pela parceira taiwanesa SYM tem visual clássico e motor carburado

Com linhas arredondadas, farol único no guidão e roupagem em dois tons, o Dafra Fiddle III remete aos clássicos scooters dos anos de 1960. Tanto que enquanto rodávamos por São Paulo com o mais recente lançamento da Dafra no segmento urbano foram ouvidas frases como: “Nossa, lindo esse scooter!” e “Parece aquelas lambretinhas antigas.”

Molduras em volta do farol e da lanterna e os dois retrovisores cromados completam o visual vintage. O visual retrô, aliás, é o principal argumento de vendas do modelo, que tem preço sugerido de R$ 11.390 (em promoção por R$ 10.390).

A inspiração em modelos do passado aparece até mesmo na hora de dar partida no motor um cilindro de 124,6 cm³. Embora tenha partida elétrica, é alimentado por carburador, e exige um pouco de paciência do piloto em esperar o motor “esquentar”. Faz falta um afogador, pois como o câmbio é automático CVT não é possível dar umas aceleradas sem que ele saia do lugar.

Seu desempenho é modesto: potência máxima de 10,4 cavalos a 8.500 rpm e torque máximo de 0,87 kgfm a 6.500 giros. Os números não empolgam e em ladeiras mais íngremes ou com garupa, o conjunto motriz mostra suas limitações. A velocidade máxima é de otimistas 100 km/h, apontados no painel analógico de fácil leitura.
Ficha Técnica
Dafra Fiddle III 125
Motor monocilíndrico, OHC, arrefecido a ar
Capacidade cúbica 124,6 cm³
Potência máxima 10,4 cv a 8.500 rpm
Torque máximo 0,86 kgf.m mas a 6.500 rpm
Alimentação Carburador
Capacidade do tanque 6,2 litros
Transmissão CVT
SUSPENSÃO
Suspensão dianteira Telescópica, com 80 mm de curso
Suspensão traseira Bichoque, com 75 mm de curso
FREIO
Freio dianteiro Disco simples de 190 mm com pinça de pistão duplo e sistema combinado
Freio traseiro Disco simples de 220 mm com pinça de um pistão
Chassi Underbone
Dimensões (C x L x A) 1900 mm x 690 mm x 1130 mm
Altura do assento 775 mm
Altura mínima do solo 120 mm
Entre-eixos 1.330 mm
Peso a seco 115 kg
Cor Branca/Vermelha e Preto/Dourado
Preço sugerido R$ 11.390 (em promoção por R$ 10.390)

Fonte: http://www.moto.com.br/testes/conteudo/dafra-fiddle-iii-e-um-scooter-no-melhor-estilo-retro-116361.html


Líder do AMA SouthEast chega ao Brasil para o Campeonato Brasileiro de Supermoto.
O piloto Simão Lawant participará da segunda etapa do Campeonato Paulista e Brasileiro de Supermoto, que acontecerá nos dias 20 e 21 de Maio, em Registro, São Paulo (SP). Morando nos Estados Unidos há oito anos, no Brasil Lawant é piloto da Piquet Sports Performance Motoparts, na categoria SM4, e corre ao lado de grandes nomes do motociclismo nacional, como Rafael Fonseca, Laszlo Piquet, Pedro Rehn e Eric Granado.

Além dos compromissos com o Supermoto, Simão fará treinos com motos de 600 e 1000 cilindradas, junto com a equipe Pitico Race Team, do preparador de motos José Carlos “Pitico” de Moraes. “Estamos ansiosos para receber o Simão, ele é experiente com motos de diversos tipos e cilindrada, com certeza, faremos treinos produtivos enquanto ele estiver no Brasil”, comenta Pitico.
Eric e Simão correrão lado a lado, em Registro, ambos utilizando uma Honda CRF 450 para as disputas. “Para mim é sempre um prazer estar encima da moto, seja ela uma motard ou uma speed. No Brasil consigo fazer isso com suporte dos amigos da Pitico Race Team e da minha equipe Piquet Sports Performance Motoparts”, afirma Lawant.

Após as atividades em solo brasileiro, Simão volta para casa e continua a briga pelo terceiro título americano no AMA SouthEast Supermoto. A disputa pelo tricampeonato acontecerá dia 27 de maio, em Miami, Flórida (EUA).

Fonte: http://www.moto.com.br/motovelocidade/conteudo/simao-lawant-disputara-etapa-do-campeonato-brasileiro-de-supermoto-117613.html


Entre 17 e 21 de maio, os melhores atletas de diversos continentes irão encarar as trilhas mais difíceis de Minas Gerais.

Famoso pelo grande número de praticantes do off-road, o Estado de Minas Gerais foi o palco escolhido para a etapa de abertura do Campeonato Mundial de Hard Enduro 2017 – a modalidade consiste em um enduro com grande grau de dificuldade. Entre 17 e 21 de maio, os melhores atletas de diversos continentes irão encarar as trilhas mais difíceis de Minas Gerais.

Batizada de Red Bull Minas Riders, a competição passará por cidades como Belo Horizonte, Ouro Preto, Barão de Cocais e Nova Lima. As inscrições ainda estão abertas. Para mais informações, acesse o site oficial do Red Bull Minas Riders.

Fonte: http://www.moto.com.br/offroad/conteudo/campeonato-mundial-de-hard-enduro-acontece-em-minas-gerais-117595.html


Fabricante japonesa anuncia lançamento da naked com potente motorização quatro cilindros, além de visual e grafismos renovados.

A fabricante japonesa Yamaha anuncia a linha 2018 da naked XJ6N no mercado brasileiro com novo esquema de cores e grafismo renovado.

A nova XJ6N pode ser encontrada nas concessionárias do país com preço sugerido de R$ 33.990, nas cores Racing Blue (azul) e Matt Grey (cinza).

Em relação do design, a marca dos três diapasões exalta as linhas musculosas que envolvem o motor quatro cilindros de 600cc, 16V, DOHC, aliado ao escapamento 4-2-1, projetado para melhorar o centro de gravidade da motocicleta.

A nova XJ6N vem equipada com freios a disco com ABS, suspensão traseira tipo monocross com sete regulagens, além da carenagem do farol seguir a cor da moto e banco bipartido trazer ajuste de altura para melhor ergonomia para o piloto.

Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/yamaha-xj6n-ganha-novo-esquema-de-cores-na-linha-2018-116220.html